Sinais de que você está pronto para morar junto
Conclusão: Pesquisas mostram que a prontidão depende mais da qualidade do relacionamento e das intenções compartilhadas do que do cronograma. Os indicadores principais incluem comunicação sólida, objetivos futuros alinhados e uma decisão consciente, ao invés de "escorregar" para a coabitação.
O único preditor significativo da dissolução do relacionamento foi a comunicação no relacionamento entre os pais na linha de base, relatada pelas mães em um estudo de 10 anos. Se você consegue discutir temas difíceis, lidar com desacordos de forma construtiva e comunicar-se abertamente sobre expectativas, você está demonstrando prontidão.
Visão de um Futuro CompartilhadoVisão de Futuro Compartilhada
aquilhando-se com seu cônjuge antes de se casarem dizem que viram a coabitação como um passo em direção ao casamento quando começaram a morar com seu atual cônjuge. Ambos os parceiros devem ter expectativas semelhantes sobre o que significa morar juntos para o futuro do seu relacionamento.Prontidão Financeira e DiscussãoPreparação Financeira e Discussão
ut dizem que gostariam de se casar algum dia citam a falta de preparo financeiro do parceiro (29%) ou deles próprios (27%) como uma das principais razões pelas quais não estão noivos ou casados. Você deveria ter discutido gestão financeira, divisão de contas e se sentir financeiramente estável o suficiente para lidar com despesas compartilhadas."Decidir" vs "Deslizar"
Tomando uma decisão clara e bem pensada
Alta satisfação na relação
Indivíduos casados eram 12 pontos percentuais mais propensos
Confiança e Segurança Emocional
Cerca de oito em cada dez adultos casados (78%) dizem que se sentem mais próximos de seu cônjuge do que de qualquer outra pessoa
Motivações Certas
80% das mulheres que vivem juntas citam o amor como um fator importante, em comparação com 63% dos homens que vivem juntos. Pode se tornar uma situação complicada se você ficar
Sinais de Perigo: Má má comunicação, instabilidade financeira, expectativas desalinhadas ou uso da coabitação principalmente por conveniência, em vez de progresso no relacionamento.
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